A ativista social e educadora Sonam Wangchuk, que vinha protestando por reformas no sistema educacional da Índia, responsabilização pelos vazamentos de provas e outras reivindicações relacionadas, encerrou sua greve de fome de 26 dias. Ela tomou a decisão para obter garantias por escrito do governo e evitar possíveis atos de violência.
Ela encerrou o jejum na noite de quinta-feira no Hospital Medanta, em Gurugram, Haryana, na presença dos ministros da União JP Nadda e Jitendra Singh, além de importantes líderes da organização que representa a região de Leh-Ladakh.
Após encerrar a greve de fome, Sonam Wangchuk afirmou que decidiu suspendê-la devido às longas negociações com o governo e ao temor de uma onda de violência no país.
Por conta da longa greve de fome, ela perdeu cerca de 11 kg.
Em uma mensagem, o primeiro-ministro Narendra Modi pediu à ativista de 59 anos que seguisse as recomendações médicas e se recuperasse rapidamente.
Ao mesmo tempo, ele lhe desejou longa vida. Ao quebrar o jejum, o Ministro da União, JP Nadda, leu uma declaração escrita do governo.
Foi informado que o governo tomou a decisão positiva de não apresentar quaisquer processos judiciais contra os manifestantes pacíficos em Jantar Mantar, em Delhi, e contra aqueles que participaram da marcha em direção ao Parlamento em 20 de julho.