O destino dos ministros e assessores do atual governo dependerá de seu desempenho. Essa é a mensagem transmitida pelos altos escalões do governo.
Declara-se claramente que o governo do BNP está avançando com uma política segundo a qual os cargos ministeriais e de assessores serão mantidos se demonstrarem progresso no trabalho, qualidade do serviço público e capacidade de implementar as prioridades do governo, independentemente do prazo; caso contrário, não permanecerão.
No entanto, o governo não especificou o método ou procedimento para avaliar esse desempenho.
Acredita-se, porém, que o próprio primeiro-ministro Tarique Rahman esteja monitorando de perto todo o gabinete e a administração. Ele pode implementar algum método moderno e baseado em resultados para avaliar o desempenho.
Ele ou seu governo não seguirão a política de manter um ministro incompetente ou a pessoa errada no cargo por muito tempo, como fez o governo anterior.
A questão não é mais apenas um rumor; há indicações claras vindas dos altos escalões do governo.
Em uma coletiva de imprensa realizada na sala de conferências da Diretoria de Informação (PID) da Secretaria, na terça-feira (21 de julho), o Conselheiro de Informação e Radiodifusão do Primeiro-Ministro, Zahed Ur Rahman, afirmou: “Garantir o bem-estar da população é o principal objetivo do governo. Se alguém não conseguir desempenhar suas funções como esperado, o Primeiro-Ministro decidirá redistribuir a pasta ou atribuir a responsabilidade a outra pessoa, conforme necessário.”